Projeto Linha Verde: mobilidade urbana, cultura e experiências na cidade de São Paulo

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Imagem de capa: conteúdo gerado por Inteligência Artificial (IA).

ma atividade de extensão, segundo a Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018, do Ministério da Educação (MEC), visa à contribuição na formação integral do estudante, estimulando sua formação como cidadão crítico e responsável; o estabelecimento de diálogo construtivo e transformador com os demais setores da sociedade brasileira e internacional, respeitando e promovendo a interculturalidade e a promoção de iniciativas que expressem o compromisso social das instituições

A estrutura dos programas e projetos de extensão tem como propósito a realização de ações que contribuam para transformações sociais, de modo que sua construção esteja articulada com as propostas do Plano Nacional de Extensão Universitária, da Política Nacional de Extensão Universitária, dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pela Organização das Nações Unidas, das datas comemorativas definidas pela Organização Mundial da Saúde e dos perfis epidemiológicos e sociais dos territórios próximos aos campi do Centro Universitário São Camilo

As atividades de extensão buscam ultrapassar o âmbito acadêmico, no que se refere ao ensino (Graduação e Pós-Graduação) e à pesquisa, levando para a sociedade os produtos desse processo, vinculando ações sociais, acadêmicas e de pesquisa inerentes às funções da Universidade.

Trata-se de um processo de formação de pessoas e geração de conhecimento que tem o aluno universitário como protagonista, na busca por uma relação bilateral entre universidade e comunidade, não para substituir as responsabilidades do Estado, mas para produzir saberes e torná-los acessíveis à população.

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Na organização do Plano de Extensão do Centro Universitário São Camilo, foram incluídos: o Programa da Pessoa Idosa (atendendo às demandas regionais do entorno e às diretrizes nacionais); o Programa Extensionista Camiliano (voltado ao fortalecimento dos conceitos, da importância e da atuação da Extensão Universitária, tanto intramuros quanto extramuros); o Programa de Extensão em Direitos Humanos (ações socioeducacionais da comunidade camiliana em prol da sociedade e, em especial, de grupos e coletividades vulneráveis e marginalizados); o Programa de Integração Discente (que coloca o discente como centro das ações, estimulando sua inserção, participação e atuação nas diversas esferas da vida universitária, como cultura e esporte); o Programa 5Rs (ações de sustentabilidade, saúde e meio ambiente); o Programa Saúde para Todos (com prestação de serviços em saúde à comunidade, como mutirões e feiras de saúde); e o Programa Cultura (projetos e ações que estimulam a criatividade, a arte e o conhecimento do território com base em sua história e cultura). 

Este Plano tem como matriz a organização a seguir: 

Figura 1 – Plano de Extensão Universitária.

PLANO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
Fonte: Elaboração própria.

Dentro do Programa Cultura, o projeto “Conhecendo o Bairro” propõe a aproximação dos estudantes com os espaços urbanos do território próximo ao campus, incentivando o reconhecimento da história, das expressões culturais e da identidade local. Nesta matéria, o foco está no bairro do Ipiranga, em São Paulo, território que abriga uma das unidades do Centro Universitário São Camilo

Entre as ações desenvolvidas, destaca-se o projeto “Linha Verde”, que promoveu atividades relacionadas à linha de metrô da região e aos equipamentos culturais presentes no bairro, evidenciando a extensão universitária como instrumento de valorização da memória, da cultura, da sustentabilidade e da qualidade de vida, além de fortalecer a relação entre universidade, comunidade e território. 

De forma geral, os programas extensionistas institucionais valorizam a multiplicidade de saberes, promovem ações interprofissionais e ampliam o diálogo entre a universidade e a sociedade. A atuação da Extensão reafirma o compromisso do Centro Universitário São Camilo com a formação cidadã, a integração acadêmica e o desenvolvimento social, contribuindo para a construção de territórios mais conscientes, participativos e sustentáveis. 

A cidade de São Paulo foi fundada em 25 de janeiro de 1554 por padres jesuítas, tendo como marco inicial o Pátio do Colégio, localizado na região de Piratininga. Desde então, apresentou um crescimento populacional expressivo, alcançando atualmente cerca de 11,9 milhões de habitantes. Esse crescimento intensificou problemas urbanos, especialmente relacionados ao trânsito, tornando a mobilidade urbana um dos principais desafios contemporâneos, o que exige sistemas de transporte público eficientes para atender à população. 

Nesse contexto, o metrô desempenha um papel fundamental ao contribuir para a redução do trânsito e para a melhoria do deslocamento diário dos cidadãos. Já na década de 1960, essas dificuldades haviam sido reconhecidas, o que levou à criação, em 1966, do Grupo Executivo Metropolitano (GEM), durante a gestão do então prefeito Faria Lima, iniciativa que posteriormente deu origem ao Metrô de São Paulo. 

A partir dessa iniciativa, foram realizados estudos e pesquisas para identificar os principais fluxos de deslocamento da população, possibilitando o mapeamento de percursos prioritários e o desenvolvimento dos primeiros orçamentos e pré-projetos de engenharia. Em 24 de abril de 1968, foi formalmente constituída a Companhia do Metropolitano de São Paulo (METRÔ) e, em dezembro do mesmo ano, tiveram início as obras da Linha 1‑Azul (Jabaquara-Tucuruvi), a primeira linha de metrô da cidade e do Brasil. 

Em 1972, as obras avançavam de forma intensiva e, após meses de treinamento operacional e testes técnicos, uma composição protótipo realizou a primeira viagem entre as estações Jabaquara e Saúde. Em 1974, o primeiro metrô do país entrou em operação comercial no trecho entre as estações Jabaquara e Vila Mariana. 

Com o passar dos anos, o sistema metroviário foi ampliado com a construção de novas linhas e estações, como as Linhas 2‑Verde, 3‑Vermelha, 4‑Amarela e 5‑Lilás, ampliando a cobertura e a integração do transporte público. Essas expansões contribuíram não apenas para a mobilidade urbana, mas também para o aumento da segurança e para a adaptação do sistema às necessidades da população. 

Destaca-se, nesse processo, a Linha 2‑Verde, cujas obras tiveram início em 1987, conectando regiões estratégicas da cidade, como Vila Madalena e Vila Prudente, e possibilitando integração com outras linhas do metrô. Segundo Roberto Kochen, a expansão dessa linha representa um avanço significativo para a infraestrutura e o desenvolvimento urbano de São Paulo. 

Em São Paulo, o metrô desempenha um papel fundamental nesse processo, contribuindo para a redução do trânsito, a melhoria do deslocamento diário dos cidadãos e a promoção da sustentabilidade urbana, ao diminuir a circulação de veículos nas vias, o consumo de combustível e a emissão de poluentes, impactando positivamente a qualidade ambiental e a qualidade de vida da população. 

Essas dificuldades de mobilidade já vinham sendo sinalizadas há décadas, o que levou, em 1966, à criação do Grupo Executivo Metropolitano (GEM), iniciativa que posteriormente deu origem ao Metrô de São Paulo. 

Inserido nesse território, o Projeto de Extensão Linha Verde tem como objetivo integrar os campi do Centro Universitário São Camilo (Pompéia e Ipiranga) por meio da própria Linha 2‑Verde, que percorre esse trajeto entre as estações Vila Madalena e Alto do Ipiranga. O projeto foi desenvolvido a partir de estudos, pesquisas e visitas técnicas às estações, permitindo o mapeamento de espaços e equipamentos culturais que expressam a identidade da cidade. 

Ao ampliar sua atuação para além do mapeamento territorial, o Projeto Linha Verde passa a compreender a cidade como um espaço de formação, vivência e construção de sentidos. Ao articular mobilidade urbana, cultura e experiência estudantil, a iniciativa propõe um novo olhar sobre o deslocamento cotidiano, transformando trajetos em oportunidades de descoberta e conexão com o espaço urbano.

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Dessa forma, o projeto evidencia o papel do metrô não apenas como elemento estruturador da cidade, mas também como mediador de acesso à cultura, ao conhecimento e à experiência de viver São Paulo, aproximando os estudantes de histórias, territórios e realidades que muitas vezes passam despercebidos no cotidiano. 

O desenvolvimento do Projeto Linha Verde se estrutura a partir de uma perspectiva colaborativa, na qual o conhecimento é construído de forma compartilhada entre os participantes. Desde as etapas iniciais, o trabalho foi organizado de modo a valorizar o protagonismo estudantil, a divisão de responsabilidades e o diálogo constante entre os integrantes, permitindo que diferentes olhares contribuíssem para a consolidação da proposta. 

A metodologia adotada envolve não apenas a pesquisa teórica, mas também a vivência prática e a produção autoral do material final. Ao longo do processo, os estudantes participaram de reuniões semanais de alinhamento, nas quais eram discutidos os avanços, os desafios e os próximos passos das atividades. O acompanhamento docente, realizado sob a coordenação da professora Sônia Maria Soares Rodrigues Pereira, responsável pelo projeto, contribuiu para a organização do trabalho e para a integração do grupo, especialmente durante as visitas de campo. Essa dinâmica contínua foi fundamental para garantir a coerência entre as diferentes etapas do desenvolvimento. 

Além disso, os próprios estudantes foram responsáveis por produzir o conteúdo do projeto, realizando registros fotográficos autorais durante as visitas e reunindo informações sobre os locais analisados. Esse processo fortaleceu o envolvimento do participantes, ao mesmo tempo em que desenvolveu habilidades relacionadas à observação, curadoria de informações e construção de narrativas sobre os espaços visitados. 

Ao longo do processo, os estudantes também definiram recortes de estudo, organizaram tarefas e construíram, coletivamente, os critérios que orientaram o desenvolvimento do projeto. Essa dinâmica favoreceu a autonomia dos participantes e fortaleceu o caráter interdisciplinar da extensão universitária. 

Nesse contexto, os relatos dos estudantes evidenciam como essa construção coletiva se deu na prática, revelando percepções, desafios e aprendizagens que marcaram cada etapa da experiência. 

Desde o início da participação no projeto, os estudantes vivenciam um processo colaborativo na construção do conhecimento, no qual diferentes áreas se encontram e dialogam, conforme relatado por Vanessa Carvalho: 

Desde o início da minha participação no Projeto de Extensão Linha Verde, tenho vivenciado um processo de construção coletiva muito enriquecedor. Logo nas primeiras reuniões, fui apresentada ao propósito da extensão, aos integrantes e à dinâmica de funcionamento do projeto.

A metodologia adotada prevê a divisão das estações entre os participantes, que assumem a responsabilidade de investigar os espaços adjacentes, analisando aspectos como funcionamento, história, acessibilidade e potencial de uso pelos estudantes: 

Cada participante ficou responsável por explorar um conjunto de locais próximos às estações escolhidas. Esse processo envolveu investigar o funcionamento dos espaços, compreender sua história, calcular distâncias, custos e analisar como cada ambiente poderia dialogar com o perfil de diferentes alunos.” (Vanessa Carvalho).

Além disso, foi definido um recorte metodológico que orientou a análise a partir da seleção de quatro locais por estação, permitindo um aprofundamento qualitativo sem perder a diversidade de possibilidades. Outro aspecto fundamental da iniciativa é a valorização da criatividade e da autonomia dos estudantes, incentivadas pela orientação docente, o que fortalece o engajamento e contribui para a construção de uma identidade própria do trabalho desenvolvido. 

A transição do planejamento teórico para as visitas de campo representa um marco no desenvolvimento da iniciativa. Essa etapa possibilitou validar as informações levantadas e compreender, na prática, a experiência do deslocamento urbano, conforme destacado por Vanessa Carvalho: 

A primeira saída de campo ocorreu no dia 20 de março de 2026, marcando a transição entre o planejamento teórico e a vivência prática dos espaços estudados.” 

Durante esse processo, o grupo percebeu a necessidade de ajustar critérios de análise, especialmente em relação à distância entre as estações e os pontos de interesse, como evidenciado no relato a seguir: 

Identificamos que alguns locais anteriormente considerados não estavam, de fato, dentro de um raio coerente com a proposta da Linha Verde, o que exigiu uma reestruturação dos nossos parâmetros de análise.” (Vanessa Carvalho) 

Como resultado, foi adotado um sistema de classificação baseado no tempo de deslocamento a pé, tornando a análise mais fiel à realidade urbana e mais aplicável ao cotidiano dos estudantes. 

Para muitos participantes, o projeto também representa uma oportunidade de descoberta pessoal e de aproximação com a cidade. Como relatado por Iza Maria Baraldi: 

Participar de um projeto de extensão cultural tem sido uma experiência muito positiva [ … ] Foi então que eu o vi como uma oportunidade de conhecer melhor a cidade em que moro e visitar espaços que antes eu não tinha tido a chance de conhecer.” 

As visitas despertam um olhar sensível para os espaços urbanos, revelando que cada local carrega histórias, culturas e significados próprios: 

Se eu pudesse destacar um ponto dessas visitas, com toda certeza seriam as histórias: cada lugar tem a sua, tem uma cultura que o carrega e tem um sentimento por trás.” (Iza Maria Baraldi) 

Mesmo para aqueles que já viviam na cidade, o projeto possibilita redescobertas. Como destaca Hugo Nemet: 

Com esse projeto, estou conhecendo mais sobre a cidade onde morei minha vida toda, mesmo morando em São Paulo não cheguei a visitar nem metade dos locais apresentados no projeto.” 

Ao longo do desenvolvimento, o Projeto Linha Verde se consolida como uma experiência de extensão universitária que articula, de forma integrada, ensino, pesquisa e prática social. Ao deslocar o processo de aprendizagem para além dos limites da sala de aula, o projeto aproxima os estudantes da realidade urbana e os convida a interpretar criticamente o território em que estão inseridos. 

Nesse contexto, a cidade deixa de ser apenas um espaço de passagem e passa a ser compreendida como um campo de investigação, experiência e produção de conhecimento. A vivência direta nos espaços analisados permite que os estudantes desenvolvam um olhar mais sensível para questões relacionadas à mobilidade, acessibilidade, desigualdades urbanas e acesso à cultura, ampliando sua capacidade de leitura da realidade social. 

A extensão universitária, nesse sentido, assume um papel formativo fundamental ao promover o protagonismo estudantil. Os alunos deixam de ocupar uma posição exclusivamente receptiva e passam a atuar como sujeitos ativos na construção do conhecimento, sendo responsáveis por investigar, selecionar, analisar e comunicar informações de forma crítica e contextualizada. Esse processo fortalece competências como autonomia, organização, responsabilidade e tomada de decisão. 

Outro aspecto central diz respeito à dimensão interdisciplinar do projeto. A participação de estudantes de diferentes cursos favorece a construção de múltiplas perspectivas sobre os mesmos espaços, enriquecendo as análises e permitindo uma compreensão mais ampla e integrada da cidade. Como apontado por Vanessa Carvalho, essa troca entre áreas “torna as discussões mais amplas, estimula visões diversas sobre os mesmos espaços e fortalece nossa capacidade de pensar soluções mais completas e inclusivas“. 

Além disso, o contato direto com o território contribui para o desenvolvimento de habilidades analíticas e metodológicas, especialmente ao evidenciar a necessidade de validar informações para além do campo teórico. A experiência relatada nas visitas demonstra que a prática pode tensionar e reformular hipóteses iniciais, exigindo ajustes nos critérios e maior rigor na análise, como observado na redefinição dos parâmetros de distância com base no tempo real de deslocamento. 

Do ponto de vista formativo, o projeto também promove o fortalecimento de competências socioemocionais. O trabalho em equipe, a escuta ativa, o diálogo e a construção coletiva são elementos constantes ao longo do processo, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades relacionais fundamentais para a atuação profissional. 

Ao propor a aproximação entre estudantes e espaços culturais, históricos e de lazer, o Projeto Linha Verde ampliou o repertório cultural dos participantes e incentivou a construção de vínculos com a cidade. Esse movimento não apenas enriquece a formação acadêmica, mas também contribui para a formação de cidadãos mais críticos, conscientes e engajados com o espaço urbano e suas dinâmicas. 

Dessa forma, a extensão universitária, no âmbito deste projeto, se consolida como um instrumento potente de transformação formativa, ao integrar conhecimento, experiência e realidade social em um mesmo processo educativo. 

Ao longo do Projeto Linha Verde, o que se construiu foi muito mais do que um mapeamento de estações e pontos turísticos. O projeto se revelou como uma experiência coletiva de descoberta da cidade, dos espaços e, sobretudo, das pessoas que colaboraram juntas nesse processo. 

As visitas, que inicialmente tinham um caráter técnico e investigativo, passaram também a ser momentos de convivência, diálogo e aproximação. Foi nesse movimento que alunos e professora puderam se conhecer para além dos papéis formais, fortalecendo vínculos e tornando o processo mais humano e significativo. Essa dimensão afetiva, muitas vezes invisível em projetos acadêmicos, mostrou-se fundamental para o engajamento e para a qualidade das experiências vividas. 

Ao percorrer a cidade, observar seus espaços e compartilhar essas vivências, o grupo construiu não apenas conhecimento, mas também memórias e conexões que ultrapassam o objetivo inicial do projeto.

– Projeto Linha Verde: mobilidade urbana, cultura e experiências na cidade de São Paulo

O metrô, nesse contexto, deixou de ser apenas um meio de transporte e passou a simbolizar um percurso de encontros entre lugares, histórias e pessoas. 

O Projeto Linha Verde se encerra para este grupo ou, melhor, se transforma em uma experiência que permanece. Uma vivência que evidencia que aprender vai além dos conteúdos formais, envolvendo encontros, trocas e a construção coletiva. 

Ao ser divulgada, essa experiência permitirá que outros estudantes do Centro Universitário São Camilo percebam que a união entre os dois campi vai além das estruturas físicas, das máquinas e dos meios de transporte. Ela se materializa nas estações que conectam trajetos repletos de cultura, ciência e espaços urbanos vivos, que pulsão dia e noite e convidam à descoberta, à convivência e à ampliação do olhar sobre a cidade. 

Referência

INBEC. Conheça a história da construção do Metrô de São Paulo. INBEC Pós-Graduação, 4 fev. 2020. Disponível em: https://inbec.com.br/blog/conheca-historia-construcao-metro-sao-paulo. Acesso em: 13 abr. 2026.  INSTITUTO BRASIL

Autores

Hugo Nemet (discente) 

Iza Baraldi (discente) 

Vanessa Carvalho (discente) 

Sonia Maria Soares Rodrigues (Orientadora) 

Marcia Maria Gimenez (Coordenadora de Extensão)

 

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